Segundo a polícia, homem atirou contra ex-colegas de trabalho antes de se matar. Autoridades não tratam caso como terrorismo.

Um homem armado abriu fogo dentro de um escritório em Orlando, na Flórida, e matou cinco pessoas, antes de se suicidar.

Segundo a polícia de Orlando, o caso não é tratado como terrorismo, mas sim como um incidente relacionado ao trabalho. O homem trabalhava no local, e foi demitido em abril. Ele carregava consigo uma arma e uma faca, que não foi usada no ataque.

Segundo a polícia, o atirador tinha 45 anos, e histórico criminal por porte de drogas. Em 2014, ele havia se envolvido em uma briga no ambiente de trabalho, quando agrediu um colega. No entanto, não houve denúncia formal sobre o caso.

A polícia chegou ao local apenas dois minutos depois de receber uma ligação de emergência, e conseguiu evitar uma tagédia ainda maior, segundo autoridades da Flórida. Três homens e uma mulher morreram no local, e um outro homem chegou a ser levado ao hospital, mas não resistiu. Além das vítimas, sete pessoas estavam no escritório, e estão sendo ouvidas pela polícia.

As ruas do entorno de cena do incidente foram fechadas, e policiais pedem que os motoristas “circulem com cuidado”.

O governador da Florida, Rick Scott, afirmou que a comunidade de Orlando vem sendo desafiada como unca. “Eu peço que todos da Flórida rezem pelas famílias afetadas por esse ato de violência sem sentido.”

O caso acontece às vésperas do atentado na boate Pulse completar um ano. Na semana passada, foram divulgadas imagens inéditas do momento em que os agentes entraram na casa noturna, no dia 12 de junho. O palco do pior massacre realizado por arma de fogo nos Estados Unidos deixou 49 mortos. (G1)